13/05/2008 - Assim nasceu a UMP-RioPor Marcos André Lessa
Colaboração de Nelson de Paula

O que consta registrado como a origem da nossa mocidade?
Como qualquer novo departamento interno de nossa igreja, pelas antigas atas do Conselho podemos saber como aconteceu a movimentação para a criação da UMP-Rio.
Em 28 de agosto de 1934, o Conselho da IPRJ recebia das mãos do presbítero Alfredo Gomes de Paiva um projeto de organização da União da Mocidade.
A Ata nº 425 do Conselho registra o recebimento do Projeto de organização da União da Mocidade com os respectivos estatutos.
Veja do que era composta a primeira União da Mocidade: Grêmio Esportivo Presbiteriano e também as Classes de Escola Dominical - Classe de Jovens,
Classe Dorcas, Classe de Juvenelitas e Classe de Juvenis.
Ainda segundo os documentos, os objetivos da União da Mocidade são:
1º conquistar a Mocidade para Cristo;
2º Formação do ideal de uma vida de serviço por meio do CULTO-ESTUDO-RECREAÇÃO-SERVIÇO;
3º Interessar a Mocidade nestes trabalhos por meio de um programa quádruplo educação cristã.
Mesmo tendo sido organizada, pelo Conselho da IPRJ, a União da Mocidade em 28.08.1934, a 1ª Assembléia Geral da UMP ocorreu em 07 de outubro de 1938.
A Assembléia foi convocada pelo pastor da igreja, Rev. Mattathias Gomes dos Santos (idealizador da construção do templo)
com a finalidade de dar conhecimento aos Diretores e alunos da Escola Dominical da aprovação dos Estatutos e declarar oficialmente organizada a
União da Mocidade Presbiteriana.
A primeira diretoria da UMP foi eleita em 23 de outubro de 1938: PRESIDENTE, Diácono Emílio Lourenço de Souza; TESOUREIRO, Lino Bizarro; SECRETÁRIO GERAL,
Rev. Tancredo Costa; 1º SUB-SECRETÁRIO, Raul Villaça Filho; 2º SUB-SECRETÁRIO, Dr. Serafim Werner; 3º SUB-SECRETÁRIO,
Professora Rosalina Costa Peixoto Rocha e para PRESIDENTE DE HONRA, o presbítero Alfredo Gomes de Paiva.
No período de 1938/1939, foi organizado um concurso para o moto da UMP. Mais de 60 sugestões foram enviadas, saindo vencedora a Classe de Jovens.
O presidente da classe era ninguém menos que Canuto (Roque) Régis, que dá nome ao principal coral da Catedral.
O moto foi e continua sendo: “Alegres na esperança; fortes na fé; dedicados no amor; unidos no trabalho”.