


Nós não.
Mateus 7 é o relato de Jesus dizendo claramente para não julgarmos os outros, seja por que critério for (a não ser que você queira ser julgado com a mesma medida). Não somos juízes de ninguém, não temos capacidade soberana para executar com justiça essa função. Os crentes não têm mania de querer saber o que pode e o que não pode? Taí: julgar não pode.
Mas essa galera não dá muita atenção a tal detalhe. Até porque, se você se preocupa o tempo todo só “com o que pode e o que não pode”, é porque já se assumiu juiz dos outros. Leva sua vida gastando tempo, energia (e até mesmo a juventude) pensando que exortar é carta branca pra enquadrar quem quer que seja. Amor? No máximo, evocado como pretexto pra carnificina moral.
Queridão, desarme-se. Joga fora a toga postiça. Antes de fazer qualquer coisa, queira amar. Não é esse o maior dos mandamentos? No fundo, é uma questão de escolha: abraçar a vida em abundância ou preferir circular pelos cultos e acampamentos, etc feito um morto-vivo, achando que foi isso que Jesus ofereceu a nós.
