


Domingo, 27 de janeiro de 2008, por volta de 20:00, um louvor abençoado, levitas afinados, liturgia bem feita, tudo acertado para ser mais um culto abençoado na Igreja do Rio; mas não era só isso que Deus queria, não era só isso que Deus tinha planejado, Ele queria mais que ajuntamento solene, queria remexer a sua igreja, queria incomodar os acomodados, e queria porque ama, porque quer usar, porque quer gente viva e avivada, quer povo santo, convertido e comprometido. Ele queria, Ele fez!
Nossa irmã Leninha (como sempre) foi instrumento para nos colocar em xeque. Você realmente quer apagar o seu irmão ou ser luz para ele? NÃO, NÃO DÁ PRA FAZER AS DUAS COISAS!
Cada vez que você sucumbe aos desejos de vingança, de soberba, de auto-suficiência, de orgulho, você apaga um irmão e mais, você se apaga nele.
Quem sou eu pra falar sobre esse assunto, faço tudo isso com maestria, algumas vezes inconsciente, outras nem tanto e outras voluntariamente. E você? Assume ou se esconde? Só que depois desta palavra vai ficar complicado pra nós que vimos e ouvimos, fingirmos que nada está acontecendo.
Como disse Leninha não é nada confortável, aliás, "pára esse trem que eu quero descer", quero continuar na mornidão, no fingimento, no orgulho, dói muito, eu não vou me rebaixar!
Tudo bem, o livre arbítrio te dá esta opção, mas saiba que o "...perdoe as nossas dívidas..." está condicionado ao "... assim como nós perdoamos aos nossos devedores..." e não é balela, é real, é bíblico, é exortação! Que eu e você consigamos acender mais que apagar!
