22/04/2007 - Por que missões?
Certa vez uma missionária chamada Sofia Miller, depois de anos e anos trabalhando em Missões, percorrendo as tribos ao longo do Rio Amazonas, depois de traduzir diversas vezes o Novo Testamento para línguas nativas, voltou para sua terra já velhinha (EUA) e recebeu muitas homenagens. Um jornalista aproveitou para fazer uma pergunta clássica que todo missionário tem a resposta na ponta da língua: "Como foi o seu chamado?" - Aquela senhora idosa, com suas rugas no rosto de forma muito simples disse: Chamado? Eu não tive chamado, apenas li uma ordem e obedeci".
Como Sofia Miller deixou bem claro, o "Ide" é imperativo e não opcional. Esta é a nossa convocação como corpo de Cristo, é a nossa responsabilidade: ir e pregar o evangelho.
Mais de dois bilhões e setecentos milhões de seres humanos, número que representa cerca de dois terços da humanidade, ainda não foram evangelizados. Quando Cristo estabeleceu a igreja, ele não focalizou em ministérios de família, estilos de adoração ou interesses especiais. Ele não disse para os apóstolos criarem programas especiais, para construírem companheirismo, serviço e ministério. Essas coisas poderiam acontecer bem, mas elas não eram a prioridade.
A prioridade que Jesus deu a igreja era o evangelho. Levar esta mensagem em todo o mundo, ele disse. "Isto é o que está escrito: "O Cristo sofrerá e ressuscitará dos mortos no terceiro dia, e será pregado arrependimento e perdão de pecados no nome dele para todas as nações, começando por Jerusalém" (Lucas 24:46-47).
Leninha Maia